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admin 05 Jan 2017

Caminha investe 900 mil euros no Cais dos Pescadores

A requalificação do Cais da Rua em Caminha vai tornar-se uma realidade. A Polis Litoral Norte acaba de ver aprovada a candidatura Requalificação e Revitalização […]

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A requalificação do Cais da Rua em Caminha vai tornar-se uma realidade. A Polis Litoral Norte acaba de ver aprovada a candidatura Requalificação e Revitalização da Frente Ribeirinha de Caminha – Cais dos Pescadores, um investimento de 881.178,32 €, financiado pelo Programa Operacional Mar 2020 em 75%. A reparação do Cais da Rua e Colocação de Guindaste para embarcações em Caminha foi uma das quatro propostas vencedoras do 1º Orçamento Participativo de Caminha, que vai ser agora concretizada de uma forma muito mais abrangente. Esta é uma reivindicação antiga dos pescadores de Caminha a que a Câmara Municipal entendeu dar seguimento. “O ano começa da melhor forma para Caminha. Há décadas que a marginal de Caminha não tem uma intervenção de fôlego; há décadas que os pescadores reclamam a melhoria das suas condições de trabalho. Finalmente vamos conseguir. Esta é uma vitória de toda a comunidade mas é, sobretudo, uma vitória dos pescadores que se mobilizaram para participar na elaboração do projeto do novo cais com a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia, a Polis Litoral Norte e a Capitania de Caminha, em primeiro lugar, e depois através da votação no Orçamento Participativo de Caminha que permitiu encontrar uma primeira verba para podermos avançar com as obras. No concelho de Caminha o paradigma de intervenção mudou: agora os resultados não se ficam pelas imagens do powerpoint, agora os resultados são concretos e servem o interesse das pessoas. Esta será uma das grandes obras de Caminha em 2017”, refere Miguel Alves. Esta intervenção tem como objetivos: o aumento da área do “plateau” do cais de forma a possibilitar, não só uma maior arrumação de embarcações em seco (para atividades de manutenção/reparação) como o incremento da capacidade de manuseamento de aprestos de pesca; a melhoria das condições de uso da rampa-varadouro; o incremento da capacidade de atracação, nas devidas condições de segurança, e uma maior aproximação do cais ao canal de navegação (onde os fundos batimétricos são mais favoráveis, principalmente para embarcações de maiores dimensões); e uma perspetiva de funcionamento e indissociável convivência com a população local e turistas, consentânea com a nova e moderna Marginal de Caminha que no futuro próximo se pretende tornar realidade.

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