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admin 23 Out 2017

Dois vianenses juntaram-se a grupo que levou três carrinhas cheias de solidariedade a vítimas dos incêndios

     Este domingo dois homens de Viana do Castelo juntaram-se a um grupo de jovens que levou três carrinhas cheias de solidariedade às localidades vítimas […]

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Este domingo dois homens de Viana do Castelo juntaram-se a um grupo de jovens que levou três carrinhas cheias de solidariedade às localidades vítimas dos incêndios florestais que pintaram de negro o Centro do país a meio de outubro. Em menos de dois dias o grupo, composto por dois vianenses, uma jovem de Barcelos e 8 jovens de Guimarães, conseguiram encher três carrinhas com bens para as localidades que arderam há oito dias.

Luís Pinheiro e Pi d’Areosa, dois elementos do grupo musical “Sons do Minho”, foram os vianenses que se juntaram nesta viagem e, à Geice, explicaram que fizeram uma primeira paragem em Campia, Vouzela, mas que “nem na aldeia nem a nível de concelho tinham necessidades, dada a quantidade de bens que já lá tinha chegado”. Pararam depois em Tondela, onde “devido à rede de distribuição em circuito que tinham em funcionamento bem como o grupo no Facebook que tinham criado, não tinham necessidade de entrega nas aldeias nem de recolha no centro que destinaram para o efeito, quer a nível de roupa quer de alimentos”. Pararam depois em Mouraz, também Tondela, onde chegaram ao contacto com o presidente da Junta de Freguesia “que abriu as portas da Junta para nos receber, onde deixamos grande parte do que trouxemos a todos o níveis: alimentos, roupa, calçado brinquedos, roupa de cama, toalhas, utensílios para o lar, etc.”. Depois, em Lageosa do Dão, “apenas estavam a necessitar de calçado, tanto de homem como de senhora como de criança, sendo esses os únicos artigos que deixamos”. “Como era um local onde estavam abrigadas algumas famílias, deixamos também uma televisão”, explicam ainda. Por último, pararam nos Bombeiros de Carregal do Sal, onde deixaram bens de todo o tipo. “Aqui, em conversa com o presidente da instituição, percebemos a realidade do que passaram naquele local em específico, quanto o mesmo nos contava que chegaram a albergar no domingo (15 de outubro) 400 pessoas, pessoas essas que fugiram das suas casas para ali se refugiarem, doentes de lares e centros de reabilitação a precisar de cuidados de higiene e saúde permanentes, todos eles com necessidades alimentares, à medida que o tempo ia passando”, revelam.

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