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admin 29 Jan 2018

Caminha investe 1,5 milhões na reabilitação do centro histórico da vila e da Sandia de V.P. Âncora

O município de Caminha já tornou públicos vários investimentos que irão servir para o concelho: 1,5 milhões de euros para a regeneração urbana do centro […]

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O município de Caminha já tornou públicos vários investimentos que irão servir para o concelho: 1,5 milhões de euros para a regeneração urbana do centro histórico da vila e da Sandia de Vila Praia de Âncora. No primeiro trimestre deste ano abrem os concursos para a realização destas empreitadas urbanísticas.

O presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, falou à GEICE sobre o investimento para o primeiro dos dois projetos de regeneração urbana, na zona da Sandia, em Vila Praia de Âncora, publicado na quinta-feira em Diário da República, onde é possível ler-se que esta Operação de Reabilitação Urbana (ORU) de Sandia foi aprovada pelo Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU) conforme o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana (RJRU).

Miguel Alves afirmou que esta ORU na Sandia vai realizar “novos arruamentos, novas pavimentações, fazer passeios onde não existiam passeios, superar os declives e os impedimentos para a mobilidade suave ou de pessoas com problemas, como as pessoas mais velhas” assim como “fazer saneamento, mudar as redes de águas públicas, ligar zonas que estão desligadas e cortadas pela Estrada Nacional”.

Mais tarde, depois do verão, o centro de Caminha também será alvo de reabilitação urbanística. Segundo o autarca, este atraso prende-se com a necessidade de acautelar o “conjunto de circunstâncias históricas do próprio património” assim como o decorrer da época estival, que representa “um pico de população, de turistas”, pelo que a autarquia prefere “não prejudicar a vila, o comércio, e o conjunto de pessoas que ali se movem” naquela altura.

No total, estes investimentos irão alcançar os 1,5 milhões de euros, sendo que 800 mil serão dedicados à zona da Sandia de Âncora e o resto para a reabilitação do centro de Caminha. Estas obras de regeneração urbana vão receber apoio de várias fontes, entre as quais fundos comunitários. O custo para o próprio município será de cerca de 25% do total destes investimentos. Embora se iniciem em breve, prevê-se que estes trabalhos se estendam além de 2018, especialmente o do centro histórico de Caminha visto este iniciar-se perto do fim do ano.

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