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admin 02 Mar 2018

Candidatura de José Emílio Viana à Federação Distrital do PS assenta na “mudança de rumo”

Esta sexta-feira, José Emílio Viana apresentou, na sede da Federação Distrital do Partido Socialista (PS) de Viana do Castelo, a Moção de Orientação Política para […]

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Esta sexta-feira, José Emílio Viana apresentou, na sede da Federação Distrital do Partido Socialista (PS) de Viana do Castelo, a Moção de Orientação Política para o 28º Congresso Distrital, que detalha a candidatura deste vianense para a liderança da Federação. Sob o lema “Unir, Mobilizar, Vencer”, a apresentação deste projeto contou com a presença de vários apoiantes, entre os quais José Maria Costa, presidente da Câmara de Viana.

Na moção, José Emílio Viana revela que esta candidatura pretende “mudar o Partido Socialista e mudar de rumo”, afirmando que há “militantes que não se reveem no funcionamento do Partido Socialista no seu todo” pelo que quer representá-los e “construir um PS diferente”. Para fazer esta avaliação, José Emílio Viana apoia-se nos “últimos atos eleitorais” e sublinhou a perda de duas Câmaras Municipais do distrito nas últimas autárquicas, considerando que foram cedidas devido a uma inação por parte da Federação.

“Diminuímos a nossa representatividade social, os resultados foram dececionantes”, detalhou o candidato vianense, realçando que “a Federação Distrital tem competências próprias e competências estatutárias para uma intervenção de coordenação, é essa a sua função”.  José Emílio Viana entende que “a Federação não deve interferir nas decisões próprias dos seus órgãos, mas sendo percecionadas dificuldades ou necessidades, deve apoiar, ser um facilitador ou mediador”, precisou, concluindo que a organização “não teve a ação que seria esperada dela neste processo”.

O candidato faz questão de sublinhar que não atribuí a culpa unicamente a Miguel Alves, atual presidente da Federação Distrital do PS e oponente nestas eleições, mas sim à Federação como um todo. Reconheceu que as próprias concelhias têm responsabilidade para os resultados, mas considera que, devido à referida inação, a Federação necessita de uma mudança.

Além disso, José Emílio Viana queixa-se da falta de representação do Alto Minho a nível nacional, inclusive dentro do próprio partido. Considera que a Federação poderia ter tido um papel mais preponderante, nomeadamente no caso das reduções das portagens, nas quais o distrito não foi incluído. O vianense propôs a realização de uma invetiva nesse âmbito, assim como uma maior pressão junto do partido para melhorar o Sistema Nacional de Saúde no Alto Minho, através de uma qualificação das infraestruturas, e propôs ainda uma reabilitação da Estrada Nacional 101, entre Monção e Braga, que considera ser um vetor económico importante da região.

No geral, José Emílio Viana culpa o partido tanto a nível local como a nível nacional, afirmando que “existem potencialidades, mas não há ideias”, e quer liderar para mudar o partido e a mentalidade.  As eleições para o órgão decorrem a 9 de março e, nesta data, militantes do PS do distrito irão escolher entre José Emílio Viana e o atual presidente da Federação, Miguel Alves, para a liderança do próximo biénio.

 

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