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admin 07 Ago 2019

Cerca de 20 réplicas de barcos da procissão ao mar feitas com mais de 40 mil peças lego em exposição no Gil Eannes

Cerca de 20 réplicas de barcos que participam na procissão ao mar, construídas com mais de 40 mil peças lego vão estar expostas, a partir […]

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Cerca de 20 réplicas de barcos que participam na procissão ao mar, construídas com mais de 40 mil peças lego vão estar expostas, a partir de domingo, a bordo do navio Gil Eannes, em Viana do Castelo. As construções são da autoria de Dionísio Gomes, filho do mestre do barco Estrela do Oceano, de Sesimbra, que há uma década transporta as entidades oficiais na procissão ao mar em honra de Nossa Senhora d’Agonia.

“Estou muito orgulhoso. É uma honra muito grande poder mostrar as minhas peças na terra natal da minha mãe, que é natural da ribeira de Viana do Castelo”, disse Dionísio Gomes, de 39 anos.

A exposição, intitulada “Procissão ao Mar em Lego”, vai ser inaugurada, no domingo, pelas 11:00, na sala José Hermano Saraiva, no navio-museu Gil Eannes.

A “devoção” de Dionísio pela procissão ao mar e ao rio, em honra de Nossa Senhora da Agonia, padroeira dos pescadores, foi-lhe transmitida pela mãe, natural da ribeira de Viana do Castelo.

“É um momento que vivo com particular devoção. No meu trabalho já sabem que é sagrado. Tiro sempre férias em agosto para estar presente. Apesar de não ser filho da terra, tenho uma costela de Viana do Castelo”, afirmou.

Na exposição, Dionísio Gomes vai mostrar “quatro lanchas da Marinha, três do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), cinco embarcações de pesca, o navio dos pilotos, o brasão da cidade, um terminal fluvial e outros barcos mais pequenas”.

“Só tenho pena dos meus avós maternos, que já faleceram, não poderem estar presentes. Iram adorar por serem da ribeira”, explicou.

Há dois anos, uma “grande avaria” no Estrela do Oceano, impediu a participação do barco na procissão ao mar.

“Na última faina que fizemos em Sesimbra, antes da partida para Viana do Castelo o barco sofreu uma grande avaria. Teve de levar um motor novo. Ainda se arranjou uma embarcação alternativa, mas para mim, nesse ano as festas ficaram estragadas. Nem nem consegui ir ver a procissão ao mar”, desabafou.

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