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admin 15 Ago 2019

Interessados na exploração do Forte da Ínsua em Caminha tem até 6 de novembro para concorrer

Os investidores interessados na concessão do Forte da Ínsua, em Caminha, podem apresentar propostas até 6 de novembro. O concurso público lançado ao abrigo programa […]

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Os investidores interessados na concessão do Forte da Ínsua, em Caminha, podem apresentar propostas até 6 de novembro. O concurso público lançado ao abrigo programa Revive, prevê a concessão por 50 anos, para exploração para fins turísticos.

Em comunicado, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, sublinhou que o Forte da Ínsua “é um imóvel único, que testemunhou vários séculos da história de Portugal”.

“Dar-lhe novamente vida através do Revive é uma forma de voltar a ter um uso que lhe permitirá sem dúvida ser mais um atrativo ímpar para o posicionamento internacional de Portugal”, acrescentou a governante.

O Forte da Ínsua “é uma fortificação marítima abaluartada, com planta estrelada irregular, cuja construção inicial remonta a 1392, por ordem do rei D. João I. Possui no seu interior um convento, de origem franciscana, erigido na mesma altura, tendo sido ampliado e restaurado nos séculos seguintes”.

Localizado num ilhéu, a Ínsua de Santo Isidro, na foz do Rio Minho, junto à fronteira com Espanha, a acessibilidade ao Forte faz-se através de barco.

“No seu interior conta com um poço de água doce, algo raro – só existem outros dois poços de água doce no mar em todo o mundo”, acrescenta a nota.

O Forte da Ínsua “é um dos 33 imóveis inscritos no Revive, um programa conjunto dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças com a colaboração das autarquias locais”.

Pretende-se com este programa valorizar e recuperar o património sem uso, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.

O concurso público para a concessão do Forte da Ínsua “é o décimo oitavo lançado no âmbito do Revive”. Além deste, “atualmente estão abertos os concursos para a concessão do Mosteiro de Lorvão, em Penacova, e do Castelo de Vila Nova de Cerveira, no Alto Minho.

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