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Pedro Xavier 30 Jan 2020

Investigadores europeus no arranque do projeto que vai testar robôs em parque eólico flutuante de Viana do Castelo

Realizou-se, esta quarta-feira, no Hotel Flor de Sal Viana do Castelo a sessão de apresentação e arranque do projeto Atlantis. Cerca de 30 investigadores de vários pontos da Europa e outros tantos parceiros do consorcio responsável pelo projeto, marcaram presença nesta cerimónia. A capital do Alto Minho vai testar robôs em parques eólicos flutuantes, num investimento de 8,5 milhões de euros.

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O “primeiro centro europeu de teste de robôs marítimos em ambiente real” foi criado no Windfloat Atlantic, o primeiro parque eólico flutuante da Europa continental, que começou a ser instalado, em outubro, a 20 quilómetros ao largo de Viana do Castelo pelo consórcio Windplus.

O novo centro “vai possibilitar a validação de soluções robóticas nas condições climatéricas mais extremas do Oceano Atlântico, em especial nos trabalhos de inspeção e manutenção das infraestruturas eólicas ‘offshore’”.

O consórcio constituído pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), a EDP (NEW – Centre For New Energy Technologies) e mais oito parceiros, de cinco países, adiantou que o Atlantis “permitirá quantificar o valor acrescentado de nova tecnologia robótica e acelerar a sua integração no setor da energia eólica marítima”.

O centro a criar “utilizará o parque WindFloat Atlantic para validar e demonstrar aplicações robóticas, desenvolvidas por centros de investigação ou por empresas tecnológicas, membros do consórcio, que contribuam para a sustentabilidade do setor”.

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