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Pedro Xavier 29 Jan 2020

Vai fazer 22 anos que Viana do Castelo resgatou o Navio Hospital Gil Eannes

Na próxima sexta-feira, dia 31 de janeiro, a Fundação Gil Eannes, comemora o 22º aniversário do resgate e da chegada do Navio Hospital Gil Eannes a Viana do Castelo, que ocorreu no ano de 1998.

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O Navio Gil Eannes após desempenhar a importante missão de apoio à frota bacalhoeira da pesca à linha nos mares da Terra Nova e da Gronelândia, ficou durantes anos abandonado no cais do porto de Lisboa, até ser vendido a um sucateiro para abate em 1997. Após ser resgatado da sucata e receber obras de reabilitação foi aberto ao público como Navio Museu em 1998.

Ao longo desses 22 anos diversas obras de reabilitação foram feitas e novos espaços museológicos abertos ao público. Tendo atingido em dezembro de 2019, a marca histórica de um milhão de visitantes desde a sua abertura.

No âmbito das comemorações, a Fundação tem programado diferentes iniciativas que vão decorrer durante o dia 31 de janeiro e o fim-de-semana (dias 01 e 02 de fevereiro).

Dia 31 de janeiro:

09h30 às 18h00 – Visitas gratuitas ao Navio Museu e abertura de novos espaços museológicos

18h00 – Sessão Comemorativa e apresentação do livro “Gil Eannes – Anjo do Mar” de João David Batel Marques.

21h30 – Apresentação da encenação “Gil Santareno Eannes” pelo Teatro do Noroeste – CDV.

Dia 01 de fevereiro:

10h30 – Apresentação do livro infantil “Mia a Bordo” de Francisca Lima.

21h30 – Apresentação da encenação “Gil Santareno Eannes” pelo Teatro do Noroeste – CDV.

Dia 02 de fevereiro:

19h30 – Apresentação da encenação “Gil Santareno Eannes” pelo Teatro do Noroeste – CDV.

A peça teatral “Gil Santareno Eannes”, com direção de Ricardo Simões, foi criada para assinalar o centenário do nascimento do dramaturgo Bernardo Santareno, pseudónimo literário de António Martinho do Rosário, também foi médico no Navio Hospital Gil Eannes entre 1958 e 1959, que inspirado na vivência a bordo, o Dr. Martinho do Rosário, enquanto Bernardo Santareno, eternizou a memória dos pescadores da frota bacalhoeira portuguesa, através da escrita de livros como Nos Mares do Fim do Mundo e de peças de teatro como O Lugre.

Os espetáculos realizam-se a bordo do Navio Museu, a 31 de janeiro e 1 de fevereiro às 21h30 e no dia 2 de fevereiro às 19h00, com entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete.

O Navio encontra-se aberto para visitas todos os dias das 09h30 às 18h00.

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