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Pedro Xavier 13 Fev 2020

Rui Rio abre congresso do PSD em Viana do Castelo com esperança de “recuperar o terreno perdido”

O 38.º Congresso do PSD arrancou, esta sexta-feira, em Viana do Castelo. O presidente dos sociais democratas, Rui Rio, recentemente reeleito, entrou no Centro Cultural da capital do Alto Minho de forma quase discreta, com os aplausos a estenderem-se progressivamente a todos os congressistas, dando conta da sua entrada no recinto.

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O congresso foi aberto pelo presidente da Mesa, Paulo Mota Pinto, seguido pelas intervenções de Eduardo Teixeira, líder da concelhia vianense e por Carlos Morais Vieira, Presidente da Distrital de Viana do Castelo do PSD e de Rui Rio.

No longo discurso inaugural, Rio rejeitou a complacência com os casos de corrupção no poder local, garantiu que no PSD serão escolhidos os melhores. “Um autarca não é uma escolha de um amigo nem a de um líder de fação. E estabeleceu também a fasquia da vitória que quer nas eleições autárquicas. “É preciso recuperar o terreno perdido em 2013 e 2015”.

“É importante nesta fase o PSD dar sinais de que está aberto a todas as colaborações, e o primeiro teste são as autárquicas”, afirma outra fonte da direção do partido. Uma maior aproximação ao CDS, com o qual o PSD tem várias câmaras em coligação, mas também “com outras forças à direita do PS e com movimentos independentes”.

O 38.º congresso do PSD, com 950 delegados e 175 participantes, arrancou com o discurso de Rio, três semanas depois de eleições diretas muito disputadas e que levaram o PSD a uma inédita segunda volta.

O congresso laranja, com o lema “Todos por Portugal” decorre até domingo em Viana do Castelo.

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