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Pedro Xavier 01 Ago 2020

Diretor da Direção-Geral das Artes preside à cerimónia de inauguração da Bienal Internacional de Cerveira

O diretor da Direção-Geral das Artes, Américo Rodrigues, vai presidir à cerimónia de  inauguração da XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira, em representação da Ministra da Cultura, que terá lugar este sábado, no Fórum Cultural de Cerveira. Por motivos de segurança, o evento decorrerá à porta fechada, mas será transmitido em direto através da página oficial do Facebook da organização. 

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Pela primeira vez na sua história, a abertura da XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira não irá decorrer nos moldes habituais, uma vez que não será possível contar com a presença física do público, nem de todos aqueles que participam e contribuem para a realização deste grande evento. Dando cumprimento às normas e orientações da Direção-Geral da Saúde, a cerimónia será restrita e irá decorrer à porta fechada.

“Por forma a contornar este contratempo, e porque a presença dos nossos artistas e do público em geral é de extrema importância para nós, iremos realizar a transmissão em direto da cerimónia a partir do Facebook e colocaremos à disposição do público dois ecrãs em Vila Nova de Cerveira, um no centro da vila e outro no Cineteatro «Marreca Gonçalves»”, explica o presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC), Fernando Nogueira.

O ato inaugural terá início às 16h00 e contará com um momento musical do cantor Tiago Garrinhas, acompanhado pelo pianista Alexandre Carvalho. No decorrer do evento serão anunciados os artistas vencedores, cujo Júri de Premiação foi composto pelo presidente da FBAC, Fernando Nogueira, pelo presidente do Conselho de Fundadores da FBAC, Henrique Silva, pelo presidente da DST group (membro do Conselho de Fundadores), José Teixeira, pela vice-presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves, Isabel Pires de Lima, pelo artista e docente da Facultade de Belas Artes de Pontevedra da Universidade de Vigo, Kako Castro-Muñiz, e pelo poeta, cronista e crítico literário português, Pedro Mexia.

O evento prosseguirá durante a tarde com a inauguração dos espaços expositivos de Vila Nova de Cerveira (Fórum Cultural de Cerveira, Palco das Artes e Biblioteca Municipal) e da escultura do reconhecido artista Silvestre Pestana “Rio: Água e Sangue”.

De recordar que a XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira permanece aberta até 31 dezembro de 2020, sob o tema “Diversidade-Investigação. O Complexo Espaço da Comunicação pela Arte”. No total serão apresentadas mais de 350 obras de cerca de 370 artistas de 38 países que poderá conhecer, gratuitamente, ao vivo ou sem sair de casa.

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