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Pedro Xavier 20 Ago 2020

“Havemos de ir a Viana” da Romaria d’ Agonia visto 500 vezes por minuto nas redes sociais

O videoclipe com a nova versão do “Havemos de ir a Viana”, na voz e arte de cerca de 50 artista do fado ao hip-hop, que abriu quarta-feira o programa de 2020 das Festas d’Agonia, foi visto por 500 vezes por minuto nas primeiras seis horas após a sua divulgação.

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No total registaram-se quase 180.000 visualizações e mais de 5.200 partilhas desde que o videoclipe foi divulgado, pelas 19:30, na página oficial da Romaria na rede social Facebook, marcando a abertura de uma festa que este ano será para sentir à distância devido à pandemia de covid-19, até às 01:30.

O poema de Pedro Homem de Mello que a cada agosto se ouve pelas ruas de Viana do Castelo, marcando todos os dias as Festas d’Agonia, abriu quarta-feira o programa oficial da Romaria de 2020, mas agora pela voz e arte de 48 músicos, cantores profissionais e amadores, de diferentes géneros musicais, do fado ao hip-hop, que se juntaram para fazer história.

Os números falam por si e às 15:00 desta quinta-feira o videoclipe já contava com 310 mil visualizações e 7000 partilhas.

Imortalizado na voz de Amália Rodrigues desde 1969, o poema “Havemos de ir a Viana”, musicado por Alain Oulman, há muito que se tornou num símbolo da festa, mas cujos versos não vão ecoar este ano pela cidade, sem serem cantados como habitualmente pelos milhares de pessoas que sempre assistem aos desfiles e cortejos.

Numa edição das Festas d’Agonia para sentir à distância, devido à pandemia de covid-19, a Comissão de Festas deixou em segredo a novidade para, precisamente, abrir o programa, pelas 19:30, divulgando o videoclipe através das redes sociais da Romaria.

Durante vários dias, 48 músicos, cantores profissionais e amadores, de Viana do Castelo e não só, do fado ao hip-hop, passando pelo rock e pelo jazz, aceitaram o desafio da Comissão de Festas e ajudaram a fazer história ao regravar o poema “Havemos de ir a Viana”, cada um com o seu estilo, numa fusão memorável que retrata o que sempre foi sentir e viver esta festa, mesmo que em moldes diferentes em 2020.

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