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Pedro Xavier 05 Ago 2020

Ponte da Barca quer museu digital para guardar memórias das festas de São Bartolomeu

A comissão de festas de São Bartolomeu, em Ponte da Barca, quer criar um museu digital para guardar as memórias da romaria e, dentro de três anos, abrir um espaço físico para mostrar todo espólio.

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A propósito do programa da romaria “que não vai ser vivida nas ruas, mas sentida através do digital”, devido à pandemia de covid-19, o presidente da comissão de festas, Pedro Bragança, adiantou que o “pontapé de saída” naquele projeto vai ser dado na edição deste ano.

“A exposição sobre a romaria que vamos lançar, este ano, através da página oficial da romaria na Internet, é o pontapé de saída do futuro museu digital que, eu espero venha a estar concluído em 2021 e que, dentro de três anos, venha a dar lugar a um espaço físico para reunir todo o espólio reunido”, afirmou.

A exposição que vai ser inaugurada este ano “reúne fotografias, textos e testemunhos dos barquenses e de visitantes sobre os números mais emblemáticos da romaria, conhecida pelas rusgas populares, o vira e os cantares ao desafio”.

“Reformulamos a página oficial da romaria na Internet e demos-lhe um novo nome: Memórias Vivas de uma Romaria”. É neste sítio que vai ser disponibilizada a exposição que dará início ao segundo passo do projeto que queremos concretizar, que é o museu digital. O terceiro passo muito mais ambicioso, a abertura de um espaço físico, esperamos ser uma realidade dentro de três anos”, frisou Pedro Bragança.

Em 2020, a romaria decorre entre 19 e 24 de agosto.

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