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Pedro Xavier 14 Set 2020

Associação de Moradores do Cabedelo parou empreitada dos novos acessos ao porto de mar de Viana do Castelo

Cerca de meia centena de pessoas juntaram-se, na manhã desta segunda-feira, na Estrada do Cabedelo, em protesto pelo abate de cerca de 20 plátanos na avenida que liga a Estrada Nacional 13 à praia do Cabedelo e à zona habitacional daquele lugar da freguesia de Darque. A Associação dos Moradores do Cabedelo avançou com o embargo extrajudicial dos trabalhos, que acabaram interrompidos.

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No âmbito da empreitada de construção dos novos acessos ao porto de mar de Viana do Castelo, está previsto o abate de cerca de duas dezenas das 170 árvores (plátanos) existentes na Avenida.

Segundo deu nota a Câmara de Viana, no final da semana passada, “para minimizar o impacto do derrube destas árvores, a autarquia prevê a plantação de 200 árvores resinosas e folhosas autóctones com grande capacidade de reserva de carbono, como é o caso do Pinheiro-bravo e do Sobreiro nos próximos dois anos em várias áreas do Cabedelo. O objetivo desta ação, que orçará cerca de 30 mil euros, é repor, mas também reforçar, a capacidade de sequestro de CO2 naquele território e contribuir também para a melhoria do aspeto cénico, conforto climático e dos locais que podem ser usufruídos”.

No local esteve presente a PSP que identificou três elementos da associação dos moradores do Cabedelo e o encarregado de obra foi notificado da ação cautelar. Um mecanismo legal que permite a suspensão imediata dos trabalhos. Associação tem agora cinco dias para formalizar o embargo extrajudicial no Tribunal de Viana do castelo.

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