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Rádio Geice 12 Out 2020

Construção de nova casa mortuária em Viana do Castelo avança até final do ano

A construção da nova casa mortuária de Viana do Castelo vai começar ainda este ano, num investimento de quase 800 mil euros que aguarda o visto do Tribunal de Contas, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara.

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Segundo José Maria Costa, o contrato com a empresa que ganhou o concurso público, Boaventura & Boaventura, já foi assinado, aguardando-se “luz verde” do Tribunal de Contas para iniciar a obra.

O contrato final da empreitada que tem um prazo de execução de 210 dias foi publicado no portal Base, de contratação pública, no passado dia 07.

Segundo o documento, hoje consultado pela Lusa, a empreitada representa um investimento de 781.505,16 euros.

O novo equipamento está previsto para “os terrenos do horto municipal, aproveitando a proximidade ao cemitério existente e o seu enquadramento com a área ajardinada envolvente”.

A construção proposta, “com uma área bruta de 561,70 metros quadrados, agrega dois volumes”, um deles “mais baixo que se constitui como área de circulação e de ligação entre os diferentes espaços, visualmente aberto para a área ajardinada”.

O volume mais alto “integra as quatro salas mortuárias, mais fechadas para o exterior e com iluminação zenital”.

A galeria que “dará acesso às salas mortuárias, áreas sanitárias, salas de família e sala de apoio faz a comunicação entre os vários espaços exteriores”.

Isto, “desde a área de acesso automóvel, a zona ajardinada correspondente ao atual jardim do horto municipal, até ao arruamento pedonal criado a poente e que faz a ligação ao largo da Igreja do Convento da Ordem Terceira de São Francisco, Igreja de Santo António e galeria de acesso ao cemitério municipal”.

Segundo a proposta da autarquia socialista, “as salas mortuárias que se distribuem ao longo da galeria correspondem a quatro espaços autónomos e foram projetadas para oferecer uma certa polivalência, podendo dois dos espaços constituir uma única área com maior capacidade – duplicação de área – após abertura da parede, que é constituída por painéis acústicos que separam as duas salas”.

O projeto prevê que “cada uma das salas mortuárias tenha um espaço específico para o féretro, que poderá ser fechado por painéis de vidro, constituindo um espaço ventilado e arrefecido, separado do restante espaço, mas perfeitamente visível”.

A empreitada contempla ainda remodelação do espaço exterior, propondo uma área ajardinada, com circuitos pedonais estruturados.

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