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Rádio Geice 21 Set 2021

Autárquicas: IL propõe criação de cheque de saúde local em Viana do Castelo

O candidato da IL à presidência da Câmara de Viana do Castelo propôs a criação de um cheque de saúde, em parceria com a Unidade Local de Saúde do Alto Minho, num investimento de 300 mil euros anuais.

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Maurício Antunes da Silva, propôs “a atribuição daquele cheque a utentes residentes no concelho que tenham consultas ou análises em lista de espera superior a 90 dias”.

O candidato da IL adiantou que esses serviços de saúde seriam prestados nas unidades locais, privadas ou sociais, para evitar tempos de espera prolongados.

“Por exemplo, na especialidade de dermatologia as pessoas chegam a estar cerca de 200 dias à espera de uma consulta. Depois ainda mais as análises clínicas. As pessoas ficam anos para resolver um problema qualquer”, especificou.

Segundo Maurício Antunes da Silva, a proposta do cheque de saúde local “permitirá desafogar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e garantir atempadamente o atendimento aos utentes.

De acordo com os dados mais recentes, esta proposta requer um investimento anual de 300 mil euros (cerca 30% do orçamento municipal) para responder às necessidades dos munícipes.

Ao abrigo dessa parceria, “seria a câmara a pagar diretamente às clínicas locais” a prestação daqueles serviços de saúde.

A medida “teria um custo, médio, anual de 300 mil euros, cerca de 30% do orçamento que a câmara gasta, anualmente, com propaganda e imagem”.

“Retirar a propaganda do PS que, neste momento, gasta cerca de um milhão de euros, poderia trazer mais benefícios para as pessoas carenciadas”, apontou.

O programa Viana Sénior, que visa um envelhecimento ativo, é outra das propostas da candidatura da IL.

A medida, explicou, prevê a criação de “uma parceria com as juntas de freguesia para disponibilizar recursos e estratégias para um programa de envelhecimento ativo, nomeadamente com a introdução de equipamentos de promoção da saúde em todas as freguesias do concelho”.

Maurício Antunes da Silva defendeu ainda “a necessidade de pressionar o Ministério da Saúde para aumentar da resposta dos meios de emergência”, por considerar que o “concelho tem atualmente apenas uma ambulância de emergência a trabalhar 24 horas por dia, número claramente insuficiente em relação às ocorrências registadas e obrigando, inúmeras vezes, ao recurso a ambulâncias de concelhos vizinhos”.

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