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Pedro Xavier 08 Out 2021

‘Ferryboat’ entre Caminha e Galiza interrompe travessias por tempo indeterminado

O 'ferryboat' que liga Caminha, no Alto Minho, a A Guarda, na Galiza, interrompeu as ligações diárias por tempo indeterminado para trabalhos de manutenção, necessários para a renovação do certificado de navegabilidade.

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A Câmara de Caminha adiantou que “a paragem temporária deve-se à necessidade de docagem da embarcação nos estaleiros em Espanha, para se realizarem os trabalhos de manutenção”, sem previsão para o retomar das travessias”.

“Posteriormente, o ‘ferryboat’ será vistoriado por técnicos da Direção-geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos. Estes procedimentos são condições necessárias para a renovação do certificado de navegabilidade”, especifica a nota.

A Câmara de Caminha pede “a melhor compreensão pelo incómodo que esta paragem possa causar”.

De acordo com números avançados anteriormente à Lusa por aquela autarquia, “em novembro de 2019, o ‘ferryboat’ transportou 1.566 passageiros”, sendo que nesse ano acolheu um total de 71.683 passageiros.

Em 2020, a embarcação esteve vários meses parada, até à reposição de fronteiras com Espanha, devido à pandemia de covid-19.

O ‘ferryboat’ Santa Rita de Cássia começou a cruzar o rio Minho em 1995.

Caminha é único concelho do vale do Minho que depende do transporte fluvial para garantir a ligação regular à Galiza. Vila Nova de Cerveira, Valença, Monção e Melgaço dispõem de pontes internacionais.

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