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Pedro Xavier 10 Mai 2022

Obras de mais de 1 milhão de euros em igreja de convento de Melgaço concluídas até ao final do ano

As obras de reabilitação da igreja do convento de São Salvador de Paderne, em Melgaço, num investimento de mais de um milhão de euros, deverão estar concluídas até ao final do ano, disse hoje o presidente da Câmara.

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Em declarações à agência Lusa, Manoel Batista adiantou que a intervenção, iniciada em fevereiro, vai decorrer em duas fases, sendo que inicialmente será efetuada a reabilitação estrutural do templo, monumento nacional, e posteriormente avançará a recuperação do interior.

A igreja de Paderne, também conhecida como igreja do Divino Salvador ou ainda igreja do Convento de Paderne, localiza-se na freguesia de Paderne, no município de Melgaço, distrito de Viana do Castelo, e está classificada como Monumento Nacional desde 23 de junho de 1910.

O autarca socialista adiantou que o investimento em curso resulta de uma candidatura que o município apresentou a fundos comunitários destinados ao património cultural e infraestrutural, ao abrigo do programa operacional Norte 2020, cabendo à Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) a elaboração do projeto.

Manoel Batista adiantou que, do investimento total previsto, 1.053.390,50 euros, “cerca de 500 mil euros são suportados por fundos comunitários, sendo o restante (553.390,50 euros) financiamento público nacional, garantido através de um protocolo com a Direção Geral do Tesouro e Finanças”.

Numa nota publicada na página oficial do Facebook, o município justificou a intervenção com a necessidade de “devolver a dignidade material” ao monumento nacional, que “apresenta graves condições de conservação, com risco de perda de património”.

A obra pretende ainda “proporcionar adequadas condições de conservação, valorização e visitação, potenciar a igreja como um recurso ativo para o desenvolvimento da região Norte no âmbito do turismo cultural e religioso”.

De acordo com informação que consta da página oficial da DRCN na Internet, “a igreja foi construída no século XIII, em estilo românico, integrando-se na segunda fase do foco românico do Alto Minho”.

O templo “apresenta planta cruciforme, de cruz latina, harmonizada com as necessidades e funções de reduzida comunidade monástica rural, mas sendo notório a adoção de algumas soluções arquitetónicas que lembram pormenores da ordem Cisterciense, como a cabeceira tripartida e o transepto”.

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