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04 Out 2022

Assembleia Diocesana da Catequese reuniu em Vila Praia de Âncora

Pedro Xavier

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Após dois anos de confinamento e ainda com alguma parcimónia, catequistas da Diocese, párocos e uma ou outra família, aceitaram o desafio de representar o conjunto dos agentes da catequese diocesana, reunindo-se no Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, para a III Assembleia Diocesana da Catequese (ADC), no atual formato, com a presença do Bispo diocesano, D. João Lavrador, desta vez no Arciprestado de Caminha, cuja Equipa Arciprestal é coordenada pelo Pe. Valdemar Fernandes.

Os 222 participantes começaram o dia rezando comunitariamente a Oração da Manhã, Laudes, “a forma certa de começar” o encontro, nas palavras de um dos oradores. Subordinada ao lema “Catequista, caminha!”, coube à Irmã Maria Celeste e ao Ricardo Fernandes, membros da Comissão Sinodal Diocesana, iniciar os trabalhos para sublinhar alguns dos aspetos relevantes da síntese conclusiva da Caminhada Sinodal Diocesana, que envolveu mais de 2.500 pessoas dos 10 Arciprestados.

Os oradores dividiram o seu tempo entre comentários à questão fundamental do Sínodo, à vivência da Liturgia, à autoridade e participação em Igreja e à formação dos agentes pastorais. O Cón. Luis Rodrigues, responsável pela catequese na Arquidiocese de Braga, ofereceu aos presentes uma interessantíssima dissertação sobre a formação de catequistas, mostrando que o lugar adequado a esse labor de “tomar forma” é, justamente, “no seio vivo da comunidade”. Com a ajuda de um modelo que harmoniza Evangelho com documentos do Magistério e características humanas, esboçou o perfil do catequista e o seu processo evolutivo.

Para iniciar a tarde, a Sofia Brito pôs todos os participantes a movimentar-se, literalmente, a propósito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), após o que, com a Ângela Fernandes, informou a Assembleia sobre os trabalhos nacionais e, sobretudo, diocesanos, de preparação da JMJ Lisboa 23.

Pertencendo ambas à equipa vocacionada aos Dias na Diocese, deixaram clara a missão, que a todos compete, de acolher generosamente os muitos jovens que – vindos de todo o mundo – escolheram a nossa Diocese para visitar e conhecer, e apelaram à inscrição do maior número possível de famílias de acolhimento. Ainda sob o mesmo tema tão cristão do acolhimento, Ricardo Oliveira expõs o novo desafio que, em particular nas comunidades urbanas, tem vindo a acentuar-se e a que não podemos ficar alheios, que passa pela integração plena de famílias com origem nas mais variadas geografias.

Convidou uma família brasileira recentemente fixada em Viana do Castelo, que partilhou as dificuldades que sentiu ao tentar inserir-se numa comunidade nova, mas com os mesmos valores cristãos. Finalmente, o Pe. Paulo Alves transmitiu a urgência de “conversão pastoral de todos os agentes, sobretudo, párocos, catequistas e famílias, aos novos desafios” com que a catequese nos confronta. Recorrendo ao testemunho de diversos catequistas, apresentou o novo itinerário para a catequese sistemática que a Igreja portuguesa está a desenvolver, e as metodologias de formação para os novos catequistas e para consolidação dos atuais.

A Eucaristia foi presidida por D. João Lavrador e participada pela generalidade dos participantes na Assembleia (5 de Arcos de Valdevez, 37 de Caminha, 9 de Melgaço, 3 de Monção, 1 de Paredes de Coura, 1 de Ponte da Barca, 25 de Ponte de Lima, 15 de Valença, 113 de Viana do Castelo, 12 de Vila Nova de Cerveira e 1 de Esponsende, Braga), a quem foi oferecido um pequeno símbolo para estimular a necessidade e a vontade de caminhar: uma pegada.

O Secretariado Diocesano da Catequese agradece o importante apoio recebido da Câmara Municipal de Caminha e de alguns dos seus colaboradores, tal como dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. No próximo ano, se Deus quiser, a IV ADC terá lugar no Arciprestado de Melgaço.

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