A lista volta a ser encabeça por Adriana Temporão. Natural de Valença, tem 32 anos e é dirigente distrital e nacional do Bloco de Esquerda. Doutorada em Ciências Biomédicas na área da Parasitologia, trabalha, atualmente, na área dos ensaios clínicos. É feminista, ativista ambiental, pela defesa dos direitos dos animais e contra a precariedade dos trabalhadores científicos em Portugal.
1. Adriana Temporão, 32 anos, natural de Valença, dirigente distrital e nacional do Bloco de Esquerda. Doutorada em Ciências Biomédicas na área da Parasitologia, trabalha, atualmente, na área dos ensaios clínicos. Feminista, ativista ambiental, pela defesa dos direitos dos animais e contra a precariedade dos trabalhadores científicos em Portugal.2. Luís Louro, 63 anos, é advogado, deputado municipal em Viana do Castelo, sempre dedicado ao associativismo, foi presidente da direção do Viana Natação Clube, é presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sport Clube Vianense, entre outras associações.
3. Ana Forte, 31 anos, residente em Mazarefes. Licenciada em Biologia Aplicada e Mestre em Análises Clínicas. Feminista, defensora dos direitos humanos e contra qualquer tipo de discriminação. Incomodada com o rumo que o país tomou e determinada a não ser apenas mais uma espectadora das injustiças, decidiu envolver-se diretamente na política. A sua entrada no Bloco foi motivada pela crença de que a transformação começa com a ação.
4. Rui Carvalho, 73 anos. Licenciado e mestre em Psicologia pela FPCEUP, licenciado em Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas pelo IPVC. Exerceu funções de psicólogo em centros de educação especial e em escolas e agrupamentos de escolas da rede pública. Integra um coletivo artístico e tem realizado exposições individuais e coletivas; participa como voluntário em projetos de caráter social, artístico e ambiental.
5. Edite Costa, 50 anos, dirigente distrital do Bloco de Esquerda, gerontóloga. Antifascista e feminista. Uma vida a lutar pelos direitos das mulheres e das pessoas mais velhas, a exigir dignidade no envelhecimento e a defender um SNS público que não abandone quem mais precisa.
6. Renata Trindade, 19 anos, natural de Meadela, Viana do Castelo. Estudante de Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas no Instituto politécnico de Viana do Castelo. Feminista, ativista e com objetivo de promover as soluções de esquerda.
7. Luís Vilarinho, 22 anos, natural de Moledo, Caminha. Estudante de economia na Universidade de Coimbra. É membro do conselho municipal de juventude do concelho de Caminha, pelo Bloco de Esquerda.
8. Ana Azevedo, 49 anos, natural de Vila Nova de Famalicão, escolheu há 8 anos Vila Nova de Cerveira como sua casa. Estudou educação social na Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti no Porto, altura em que começou a identificar-se com causas sociais e humanistas e, consequentemente, com o Bloco de Esquerda. Acredita que todos tem um papel importante na sociedade, resultante disso tem um sólido trabalho ligado ao associativismo e ao voluntariado no concelho.
9. Fernando Marques, 69 anos de idade, aposentado. Antigo trabalhador dos ENVC e da Portugal Telecom onde entrou com 14 anos e se manteve, como assalariado e depois se formou em Electrotécnico de Telecomunicações Principal. Nos últimos anos desempenhou as funções de Técnico-Comercial. Ativista político, social e sindical desde cedo, foi dirigente sindical e Presidente da Associação Cultural e desportiva dos CTT. Participou nas Campanhas presidenciais de Maria de Lurdes Pintassilgo e Otelo na qualidade de dirigente do núcleo regional. Nascido de uma família muito pobre esteve sempre na luta por melhores condições de vida, pelas liberdades, e na defesa dos mais pobres e excluídos da sociedade.
10. Luís Sottomaior Braga, 53 anos, professor de História do ensino básico, especializado em gestão e administração escolar. Foi ativista e dirigente associativo desde o tempo de estudante e participou de diferentes formas em Associações culturais, desportivas, IPSS, sindicatos e até Bombeiros. Participa ativamente na luta dos professores pela defesa da sua carreira e da escola pública, nomeadamente, com mais atenção a questões como a redução da violência escolar ou apoio a alunos com maiores dificuldades económicas. Uma das suas causas é a defesa do maior alargamento possível da transparência do Estado como forma de reforçar os direitos dos Cidadãos.