A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) explicou, à agência Lusa, que o atraso se deve à finalização de acabamentos técnicos, testes funcionais obrigatórios dos sistemas de segurança e redes técnicas, bem como à validação completa da infraestrutura informática, indispensável para o funcionamento correto dos sistemas clínicos e de informação.
O investimento total na empreitada é de 2.663.417,10 euros, acrescidos de IVA. A ULSAM sublinha que as fases finais da obra são críticas em unidades com elevada exigência técnica, como um bloco de partos, garantindo segurança, fiabilidade e qualidade assistencial para utentes, recém-nascidos e profissionais de saúde.
Em 2025, a maternidade registou 1.521 nascimentos, mais 97 que em 2024, um aumento de cerca de 7%. A obra de requalificação começou em novembro de 2024 e está a ser realizada em duas fases para não interromper o serviço.
O projeto é financiado pelo Programa de Incentivo Financeiro à Qualificação dos Blocos de Parto do SNS, com um apoio adicional de 100 mil euros atribuído pela Câmara de Viana do Castelo para viabilizar o início dos trabalhos.