A distinção surge na sequência da classificação do prato pela União Europeia em 2024, após um processo iniciado em 2007 e que culminou com a entrega do caderno de especificações em 2022.
Segundo informação que consta na página oficial da Confraria Gastronómica do Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima na Internet, Clara Penha (1836–1924) é considerada a pioneira da restauração contemporânea de Ponte de Lima e a grande referência da origem deste arroz.
No início do século XX, pela intervenção de Clara Penha, dona de uma pensão de Ponte de Lima, o sarrabulho passou a ser servido nos mais diversos restaurantes da Ribeira Lima.
O que faz a diferença do prato “é a receita e a origem dos produtos utilizados, como o porco, desde a sua origem à forma como é criado”.
Para a autarquia, trata-se do “primeiro grande passo, a nível internacional, para a afirmação do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima como Património Gastronómico e para a valorização dos produtos locais no contexto do ecossistema turístico local, regional e comunitário, passando pela sua ligação aos vinhos verdes do concelho”.