Em comunicado, a autarquia limiana adianta que o “repositório, concebido para ser acessível a todos, independentemente do grau de familiaridade com as tecnologias digitais, pretende afirmar-se como um espaço vivo e colaborativo, alimentado pela contribuição ativa de pessoas de Ponte de Lima, de diferentes gerações, que partilham memórias, histórias e experiências pessoais. Cada contributo individual integra um património coletivo em permanente construção, reforçando a identidade local e o sentimento de pertença da comunidade”:
Com este projeto, Ponte de Lima deu “um passo decisivo na democratização do acesso à memória coletiva, garantindo que o seu legado histórico e cultural se mantém vivo, acessível e preservado para as gerações futuras, através da participação ativa da comunidade”.