Em comunicado, a Diocese de Viana adianta que o pároco assume a missão de “acompanhar o processo de renovação catequética”, num momento que descreve como de “transição” e que exige “uma mudança mais profunda na forma de viver e transmitir a fé”.
Em declarações à EDUCRIS, o sacerdote defende que “não basta mudar materiais. É necessária uma nova forma de fazer catequese”. O objetivo passa por deixar para trás uma lógica escolar e apostar num modelo mais relacional, onde a catequese seja “um encontro, uma experiência e uma caminhada de descoberta”.
A formação de catequistas surge como prioridade neste processo. Considerados “os primeiros agentes desta transformação”, são chamados a assumir um papel “mais ativo num caminho que pretende ser contínuo, vivido ao longo dos anos e centrado na experiência de fé”.