As equipas de socorro e salvamento retomaram, pelas 08h00 desta terça-feira, 21 de julho, as buscas pelo jovem de 23 anos que desapareceu nas águas do Rio Minho no último domingo. O alerta original foi dado após o jovem ter sido alegadamente arrastado pela forte corrente enquanto se encontrava a banhos no Troço Internacional do Rio Minho (TIRM).
As operações concentram-se hoje numa zona crítica do rio, entre a Ilha Morraceira de Seixas (Caminha) e a localidade de Lanhelas. Segundo as autoridades, o raio de ação incide tanto no espelho de água como nas margens, com especial atenção à zona subaquática nas imediações do local onde o jovem foi avistado pela última vez.
Para maximizar a eficácia da procura, o dispositivo foi reforçado com meios tecnológicos e equipas especializadas:
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Meios aéreos: Utilização de drones para patrulhamento das margens e zonas de difícil acesso por barco.
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Meios subaquáticos: Equipas de mergulho que efetuam buscas sistemáticas no leito do rio.
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Meios de superfície: Embarcações que percorrem o canal internacional.
Dada a natureza fronteiriça do local, a operação conta com uma vasta mobilização de meios de ambos os lados do rio. Sob a coordenação do Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Caminha, encontram-se empenhados:
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Polícia Marítima de Caminha e Comandância Naval do Minho;
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Bombeiros Voluntários de Caminha e de Vila Nova de Cerveira;
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Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo;
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Grupo Especial de Proteção Civil;
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GNR e a espanhola Guardia Civil.
O desaparecimento ocorreu no final da tarde de domingo, dia 19 de julho. O Troço Internacional do Rio Minho é conhecido pelas suas correntes variáveis e zonas de fundos irregulares, o que torna as operações de busca particularmente complexas para as equipas de mergulho.
Até ao momento, apesar do intenso empenhamento de meios humanos e técnicos, não foram encontrados indícios do paradeiro do jovem. As autoridades mantêm o dispositivo no terreno e apelam à cautela de quem circula naquela zona do rio.