Esta empreitada, recorde-se, surge “considerando o estado de degradação progressiva de diversos pavimentos betuminosos no concelho” onde “se verificam situações de desgaste acentuado, fendilhação e perda de capacidade estrutural, com impacto nas condições de segurança e conforto da circulação rodoviária”.
O documento de proposta da empreitada, levado a reunião de executivo, em maio, pelo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, referia ainda que “algumas infraestruturas mantêm pavimentações provisórias desadequadas, cuja permanência potencia a deterioração dos pavimentos e o aumento de custos futuros de reparação”
Nesse contexto, “a execução da empreitada permitirá restabelecer condições adequadas de utilização da rede viária municipal, prevenir danos mais severos e promover uma gestão eficiente das infraestruturas municipais”.
Fica ainda definida a repartição dos encargos do contrato pelos anos económicos de 2026, 2027 e 2028.