De acordo com a autarquia vianense, as famílias que residiam neste acampamento “foram realojadas nas urbanizações municipais, passando a viver em habitações com condições de conforto, segurança e qualidade, integradas no parque habitacional municipal”.
“Tal como acontece com os restantes arrendatários municipais, assumem agora o pagamento da renda, bem como dos consumos de água e eletricidade, num modelo que promove uma integração assente na igualdade de direitos e de deveres de todos os cidadãos”, lê-se numa publicação nas redes sociais.
“De recordar que o encerramento definitivo deste acampamento resulta de um forte planeamento realizado pelo Município de Viana do Castelo no âmbito da Estratégia Local de Habitação, que permitiu criar novas respostas habitacionais e cumprir os objetivos definidos para assegurar uma habitação condigna às famílias que dela necessitavam. A concretização deste compromisso traduz a capacidade da autarquia em executar os projetos previstos e em dar resposta às metas estabelecidas, contribuindo para um concelho mais inclusivo, mais coeso e socialmente mais justo”, acrescenta.
Com o início da demolição do acampamento de Vila Nova de Anha, Viana do Castelo “encerra definitivamente um capítulo da sua história habitacional”.
“ O concelho deixa de ter acampamentos como solução de residência permanente, reforçando uma política pública centrada na dignidade da habitação, na inclusão social e na responsabilização de todos os que integram a comunidade”, conclui.