Em comunicado, a CIM Alto Minho refere que é “uma maioridade marcada pelo reforço da cooperação entre os dez municípios do território, pela mobilização de investimento e pela promoção de estratégias conjuntas de desenvolvimento regional”.
Ao longo deste percurso, a CIM Alto Minho “afirmou-se como uma plataforma de trabalho conjunto, com um papel relevante na valorização dos recursos do território, na captação de fundos europeus, na concretização de projetos e iniciativas intermunicipais e no reforço da cooperação transfronteiriça com a Galiza”.
“A sua intervenção em áreas como a mobilidade, a cultura, o turismo, a inovação, o desenvolvimento social e económico, a sustentabilidade ambiental e a proteção civil tem contribuído para responder a desafios comuns e criar novas oportunidades para a região. Mais recentemente, assumiu novas responsabilidades, nomeadamente enquanto Autoridade de Transportes, e passou a gerir o Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial, que mobiliza cerca de 128 milhões de euros para o território”, salienta.
“Celebrar 18 anos é reconhecer o caminho percorrido e poder afirmar, com orgulho, que o Alto Minho aprendeu a trabalhar em conjunto. É também reafirmar a ambição de construir um Alto Minho mais coeso, competitivo e sustentável. Os desafios que temos pela frente exigem uma cooperação cada vez mais forte entre os municípios, capacidade de inovação e uma visão partilhada para valorizar o território e melhorar a qualidade de vida das populações”, afirma o presidente da CIM Alto Minho, António Barbosa.
“Com 18 anos de história, a CIM Alto Minho pretende continuar a aprofundar o trabalho em rede, a promover a articulação entre os municípios e a desenvolver respostas conjuntas aos desafios regionais, promovendo um território mais coeso e competitivo, com melhores oportunidades de desenvolvimento e qualidade de vida para as populações”, conclui.