Numa publicação nas redes sociais, a responsável lamenta mais um caso de um brinquedo destruído ou desaparecido.
“Ontem, foi mais um brinquedo destruído, roubado, feito desaparecer de um parque infantil. Mais uma vez… Há situações que me levam a questionar até onde pode ir a falta de respeito pelo que é de todos. Nos parques infantis, os brinquedos são vandalizados e roubados repetidamente, obrigando a reparações e substituições constantes”, escreveu.
“Alguns destes parques estão sob a responsabilidade de manutenção da União das Freguesias, e sei bem o que isto representa em trabalho, tempo e dinheiro. Não são apenas os estragos. São os custos sucessivos e os recursos que se gastam a resolver situações que poderiam ser evitadas”, acrescentou.
“Roubar ou destruir um equipamento público tem consequências, e essas consequências acabam por ser pagas por todos nós”, afirmou.
A presidente da União das Freguesias defende que estes comportamentos não podem ser normalizados e apela à responsabilidade de todos na preservação dos espaços públicos.
“Exigir que os espaços públicos estejam cuidados também implica respeitá-los”, sublinha.
Cláudia Marinho termina a publicação com um apelo ao respeito pelo património comum: “O património público é de todos nós. E respeitá-lo devia ser o mínimo”.