As habitações, de fogos tipologias T1, T2 e T3, destinam-se à classe média, com custo controlado, ou seja, com valores inferiores aos de mercado, para permitir o acesso a famílias jovens e a agregados familiares com rendimento mensal entre 1.700 e 3.000 euros.
Na altura em que a obra foi anunciada, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, indicou que a empreitada incluirá a requalificação do espaço urbano em torno dos seis lotes, que correspondem “a uma zona que estava desqualificada há décadas”, para “valorizar o património coletivo”.
Estes loteamentos municipais para habitação vão também surgir na freguesia de S. Romão de Neiva, com a criação de 18 lotes numerados, de uso habitacional, com tipologias T2 e T3, no Lugar de Três Marcos.
Este investimento na habitação vem juntar-se à “Estratégia Local de Habitação – 1º Direito” do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que representou um investimento de quase 51 milhões de euros no concelho vianense, beneficiando 641 agregados familiares, dos quais 457 através de investimento direto do Município.