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Diocese de Viana nomeia novos Arciprestes para o quinquénio 2026-2031

Rádio Geice

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O Bispo diocesano, D. João Lavrador, deu posse aos novos responsáveis das dez regiões arciprestais. A reorganização foca-se na "renovação pastoral" e na criação de comunidades mais participativas face aos desafios da secularização.

A Diocese de Viana do Castelo procedeu recentemente à nomeação e tomada de posse dos novos Arciprestes que irão coordenar as várias regiões pastorais do Alto Minho durante o próximo quinquénio. O mandato estende-se até 23 de junho de 2031, marcando o início de um novo ciclo na organização da Igreja local.

A decisão surge após o término do mandato dos anteriores responsáveis, nomeados em 2022. Segundo a Diocese, este processo foi precedido de uma consulta aos sacerdotes de cada região, cumprindo as normas do Direito Canónico e os Estatutos do Arciprestado.

Os novos Arciprestes nomeados:

A nova estrutura de coordenação abrange os dez concelhos do distrito, com destaque para alterações significativas em Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Ponte da Barca, Paredes de Coura e Ponte de Lima:

  • Arcos de Valdevez: Padre José Aventino Amorim de Freitas

  • Caminha: Padre Valdemar Pereira Matos Fernandes

  • Melgaço: Padre Raúl de Oliveira Fernandes

  • Monção: Padre Salvador Monteiro Fernandes

  • Paredes de Coura: Padre Joel Gomes de Brito

  • Ponte da Barca: Padre Custódio Manuel Cerqueira Branco

  • Ponte de Lima: Padre Manuel de Almeida e Sousa

  • Valença: Padre Manuel Gonçalo Pereira do Vale

  • Viana do Castelo: Padre Vasco António da Cruz Gonçalves

  • Vila Nova de Cerveira: Padre Jorge Miguel Gonçalves Esteves

Um apelo à renovação e proximidade

Durante a cerimónia de tomada de posse, o Bispo D. João Lavrador sublinhou a importância central do Arcipreste na dinamização da ação pastoral e no acompanhamento do clero. O prelado lançou um desafio de mudança, apelando a uma renovação assente em “novo ardor, novos métodos e nova linguagem”, capaz de responder a uma sociedade cada vez mais secularizada e individualista.

D. João Lavrador enfatizou a necessidade de promover uma “pastoral de conjunto”, incentivando a criação de unidades pastorais que integrem várias paróquias. O objetivo é evitar o isolamento dos agentes pastorais e fortalecer a colaboração entre sacerdotes, diáconos, consagrados e leigos.

Entre as prioridades definidas para este novo mandato até 2031 estão o fortalecimento da corresponsabilidade dos fiéis, a promoção da comunhão eclesial e o incentivo às vocações, tanto sacerdotais como laicais, visando a construção de comunidades cristãs “vivas, participativas e missionárias”.

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