A Diocese de Viana do Castelo procedeu recentemente à nomeação e tomada de posse dos novos Arciprestes que irão coordenar as várias regiões pastorais do Alto Minho durante o próximo quinquénio. O mandato estende-se até 23 de junho de 2031, marcando o início de um novo ciclo na organização da Igreja local.
A decisão surge após o término do mandato dos anteriores responsáveis, nomeados em 2022. Segundo a Diocese, este processo foi precedido de uma consulta aos sacerdotes de cada região, cumprindo as normas do Direito Canónico e os Estatutos do Arciprestado.
Os novos Arciprestes nomeados:
A nova estrutura de coordenação abrange os dez concelhos do distrito, com destaque para alterações significativas em Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Ponte da Barca, Paredes de Coura e Ponte de Lima:
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Arcos de Valdevez: Padre José Aventino Amorim de Freitas
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Caminha: Padre Valdemar Pereira Matos Fernandes
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Melgaço: Padre Raúl de Oliveira Fernandes
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Monção: Padre Salvador Monteiro Fernandes
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Paredes de Coura: Padre Joel Gomes de Brito
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Ponte da Barca: Padre Custódio Manuel Cerqueira Branco
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Ponte de Lima: Padre Manuel de Almeida e Sousa
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Valença: Padre Manuel Gonçalo Pereira do Vale
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Viana do Castelo: Padre Vasco António da Cruz Gonçalves
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Vila Nova de Cerveira: Padre Jorge Miguel Gonçalves Esteves
Um apelo à renovação e proximidade
Durante a cerimónia de tomada de posse, o Bispo D. João Lavrador sublinhou a importância central do Arcipreste na dinamização da ação pastoral e no acompanhamento do clero. O prelado lançou um desafio de mudança, apelando a uma renovação assente em “novo ardor, novos métodos e nova linguagem”, capaz de responder a uma sociedade cada vez mais secularizada e individualista.
D. João Lavrador enfatizou a necessidade de promover uma “pastoral de conjunto”, incentivando a criação de unidades pastorais que integrem várias paróquias. O objetivo é evitar o isolamento dos agentes pastorais e fortalecer a colaboração entre sacerdotes, diáconos, consagrados e leigos.
Entre as prioridades definidas para este novo mandato até 2031 estão o fortalecimento da corresponsabilidade dos fiéis, a promoção da comunhão eclesial e o incentivo às vocações, tanto sacerdotais como laicais, visando a construção de comunidades cristãs “vivas, participativas e missionárias”.